O Confessionário

Um conto criado dentro das histórias vivenciadas no BNS Project.

Escrito por: Taz
Personagem: Alecsander Magânos
Criatura: Vampiro
Clã: Toreador
Seita: Camarilla

A pequena janela se fecha dando pistas de que ela está sendo admirada

Me pego pensando do meu passado o que me levou até o confessionário?

Meus pensamentos viajam pelas eras, séculos que não aparecem no meu rosto. Uma época que a Igreja apoiava os reis e alimentava os pobres: o caminho que me levaria a salvação.

Eu ainda era jovem e lutar pelo poder me satisfazia, como eu fui ingênuo.

"Padre eu pequei! Eu governo minha vida pelo dinheiro e não me preocupo mais com os outros..."

Dinheiro era só uma forma de trocar o trabalho: o meu trigo por sua cabra.

"Padre e não é só isso, eu subjugo meus funcionários..." Tudo pelo meu Fidalgo senhor, minha vida a servir, e eu fiz por amor a família real o Príncipe de Viena, meu senhor amado e odiado.

"Padre ... padre o que eu devo fazer?"

Uma voz no fundo dos meus pensamentos me trás dos sonhos.

“Dívida os ganhos com aqueles que depender do seu jugo, não queira mais do que precisa pois o reino do nosso Deus é farto e justo.”

Quando me dou conta a janela do confessionário está baixa e eu olho os olhos do penitente diretamente.

“Agora vá e divida seu lucro com os seus funcionários, eles são seu povo e você deve protegê-los!”Outra voz me chega com tom mais cordial.

“Padre preciso que receba seus visitantes, já não tem mais penitentes para o confessionário.”

As luzes do salão se apagam, restando apenas as luzes laterais, dando uma maior profundidade ao salão como um todo. No canto iluminado o batistério e, na alcova ao lado, o confessionário iluminado até a entrada indicando aos visitantes onde o encontrar.

Uma mulher linda, vestida elegantemente, em seus passos curtos e extremamente ritmado: ela dança com a brisa que parece acompanhar seu caminho. Leve e preciso, seu cheiro doce é quase venenoso de tão sedutor.

A pequena janela se fecha dando pistas de que ela está sendo admirada.

“Confesse seus pecados!” (ninfa dos ventos que adormece até a mente mais obstinada e as joga em seus pecados). “Eu estou aqui para redimir seus pecados.”

Ela não sorri, apenas fecha seus lábios e diz lentamente:

"Que as rosas que crescem nesta cidade se alegrem em receber tão exaltada Rosa de nossa Casa, Sr. Magânos! Meus Senhor aguarda sua presença… Se me der o prazer de vossa companhia. Me chamo Marjorie e serei seu Delfin nesta viagem.”